Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador aprender. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aprender. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

O que podemos aprender com os milionários?

O que podemos aprender com os milionários?Discutir a riqueza e o conceito de ficar rico é sempre interessante. No Dinheirama, defendemos a idéia de que ser rico é muito mais do que ter dinheiro em abundância. Alguns concordam, outros discordam. A beleza do aprendizado e da difusão da educação financeira surge do debate capaz de formar opinião, esclarecer dúvidas e informar. Com esse objetivo, pretendo abordar hoje a riqueza[bb] sob o ponto de vista financeiro, mas relacionando-a com nosso cotidiano.

O World Wealth Report 09, um relatório recentemente divulgado pela consultoria Capgemini, realizado em parceria com o banco Merrill Lynch comprova que, mesmo passando por uma das piores crises econômicas dos últimos tempos, os ricos ficaram mais ricos em 2009 - cabe considerar que o pior da crise veio em 2008, mas que as incertezas e o baixo crescimento econômico ainda são a realidade de muitos países desenvolvidos. Vejamos alguns dados relevantes publicados no relatório:

  • O número de milionários - pessoas com mais de US$ 1 milhão - chegou a 10 milhões, um aumento de 17%. A principal causa para o aumento foi a reação global do mercado de ações, que viu aumento de cerca de 50%;
  • A riqueza na mão dos milionários chegou a US$ 39 trilhões, um crescimento de 19%;
  • O número de milionários subiu para 3 milhões na Ásia, igualando a Europa pela primeira vez. A fortuna combinada dos asiáticos saltou para US$ 9,7 trilhões, 31% maior que no período anterior;
  • Na América do Norte, a fortuna total na mão de milionários chegou a US$ 10,7 trilhões, representando aumento de 18%. O número de ricos subiu 17%;
  • No total de milionários, os Estados Unidos ainda vencem com folga. São 2,87 milhões de indivíduos, contra 1,65 milhão no Japão, 861 mil na Alemanha e 477 mil na China.

E daí? O que podemos aprender com os milionários e seus números exuberantes?
Ao analisar e olhar friamente para os números, cheguei a pensar que eles não representariam grande oportunidade de extrair conhecimento e aprendizado. Decidi continuar investigando e encontrei duas reportagens interessantes da Reuters que traziam mais detalhes sobre os milionários e suas decisões de investimento - leia a matéria sobre o perfil da riqueza e também a reportagem sobre o perfil dos investidores.

Ora, creio que se compreendermos melhor como os ricos investiram durante a crise, e ainda investem, algumas lições podem ser aprendidas:

  • Ser cauteloso não é defeito. Ao contrário do que podemos imaginar, em 2009 os ricos ampliaram e diversificaram seus investimentos[bb], dando maior ênfase à renda fixa. A explicação é simples: são opções seguras, garantem retornos previsívies e fluxo de caixa. Além disso, como a indefinição econômica ainda é grande, os ricos decidiram ficar de olhos abertos em relação aos órgãos reguladores e governos. Em outras palavras, os ricaços estão "marcando em cima", como sempre insistimos que você também faça;
  • Acompanhar de perto os investimentos traz melhores resultados. Parece que os ricos estão muito mais exigentes e decidiram adotar postura muito mais ativa na gestão de seus investimentos e na análise dos riscos envolvidos em suas decisões. O estudo garante que "os clientes estão reavaliando suas relações com os administradores de fortunas". E você, já tomou as rédeas de sua vida financeira? Como se relaciona com o gerente do seu banco, por exemplo?
  • Mercados emergentes são boa opção. Conhecer novos mercados (e opções de investimento lá existentes) e alocar parte de seu capital fora do país foram atitudes comuns no dia-a-dia financeiro dos ricos em 2009. Tudo feito com muita avaliação e através de escritórios de investimento reconhecidos. Por exemplo, americanos e europeus estão investindo mais em mercados da Ásia, sabidamente um dos que oferecem maior potencial de crescimento. O que mais você conhece sobre investimentos?
  • A diversificação faz parte e é bem-vinda. Diferente do que alguns especialistas (especuladores?) e livros pregam, diversificar pode ser muito bom e significa diluir riscos. Trata-se de proteção, ainda que os ganhos sejam menores - e normalmente são. Particularmente, sempre defendi a diversificação. Os milionários também pensam assim: em 2009, 31% de seus ativos estavam em renda fixa, 29% no mercado de ações, 27% em fundos de hedge, 18% em imóveis e 6% em investimentos alternativos. Que tal começar a investir na bolsa de valores[bb] pensando no longo prazo?
  • Buscar dividendos significa ter fluxo de caixa. Além dos títulos e bônus, o momento é de grande procura por empresas sólidas e que paguem bons dividendos. Ou seja, empresas que mereçam cada vez mais sócios, que cresçam de forma sustentável e dividam seus ganhos com seus acionistas. Portanto, o mercado de ações está longe de existir apenas para os negócios de curto prazo e especulações. Como você encara esta alternativa?

Olhando para a realidade proposta no artigo e suas implicações, é natural que você pense: "Nada disso se aplica à minha realidade!". Sugiro que não seja tão prescritivo e passe a pensar de forma mais racional. Comece por fazer sobrar algum dinheiro e só então passe a estudar as alternativas disponíveis para investi-lo - elas existem e independem do montante livre.

Se podemos aprender com os ricos, podemos também chegar lá. Acreditar ainda não custa nada, mas pode trazer dividendos. Logo, acreditar também é investir. Sucesso e boa semana.


Fonte: Ueba

domingo, 25 de abril de 2010

Aprenda como jogar bem xadrez!

Reproduzo aqui entrevista feita por Luiz Roberto Guimarães da Costa Júnior.

O grande mestre russo Alexei Suetin esteve, recentemente, na USP para dar uma palestra e em seguida uma simultânea. Na palestra, Suetin, autor de livros como “Manual para jugadores avanzados” e “El laboratório del ajedrecista”, apresentou seu novo livro “Schach Training”, em alemão, ainda sem tradução para inglês ou espanhol.

O GM Suetin, que além do russo fala muito bem o alemão e entende um pouco de espanhol, esteve acompanhado por um tradutor simultâneo durante a palestra. Suetin disse que nasceu numa aldeia chamada Tula onde não havia treinadores de xadrez e teve que se desenvolver por experiência própria, antes de entrar no Palácio dos Pioneiros, em 1939, com 12 anos. Entretanto, com advento da segunda guerra mundial e, quando Hitler invadiu a antiga URSS, parou por 4 anos só voltando a dedicar-se em 1947 com 20 anos e já formado.

Na palestra, Suetin colocou que o xadrez requer um trabalho regular e muita prática. Mas só prática não resolve. É preciso aliar a prática com estudos caseiros, devendo-se jogar com jogadores mais fortes para progredir. Quando se disputa um torneio, devemos anotar as partidas e depois analisá-las, principalmente as que foram perdidas. Devemos evitar a tendência natural para analisar apenas as que ganhamos. Precisamos de atenção, necessária para ser um bom jogador e evitar erros grosseiros. Como o próprio Suetin colocou: “não adianta ter 40 boas jogadas se uma ruim perde”.

Para ser um bom jogador devemos ter atenção, paciência, caráter e domínio de si próprio. Sentar com “sede de ganhar”. Em comum os campeões mundiais tem essa “sede de ganhar” além da coincidência de terem tido infâncias difíceis (separação dos pais ou perda deles muito cedo, estimulando uma maturidade precoce). Para progredir devemos jogar de 40 a 50 partidas sérias por ano. Uma vez por semana jogar “blitz” (Relâmpago) e mais cerca de 100 partidas de active chess por ano (30’). Deve-se estudar uma ou duas vezes por semana, duas ou três horas cada vez.

Entretanto, devemos fazer um esforço concentrado, caso não tenhamos muito tempo, não bastando ler, mas devendo-se esforçar o cérebro: analisando e comentando as próprias partidas, resolvendo estudos, problemas e estudando aberturas. Sobre aberturas devemos estudar bem uma ou duas aberturas de brancas e pretas antes de querer aumentar a variedade. Devemos ter um caderno para anotações com informações sempre completas. Nossa visão do jogo vai mudando com o progresso, por isso devemos manter sempre atualizadas as nossas anotações. Um bom jeito de desenvolver o espírito de luta, a visão e a estimativa de variantes é com a prática.

Colocar uma posição no tabuleiro e analisá-la por meia hora sem mexer as peças. Após analisar, escrever todas as variantes e depois comparar com o que foi escrito em algum livro, progressivamente devemos procurar reduzir o próprio tempo e ao mesmo tempo aumentar o leque de variantes analisadas.Também é proveitoso resolver estudos e problemas.

Para formar uma cultura enxadrística, devemos estudar partidas famosas, concentrando-se num jogador, por exemplo, Capablanca. Depois de dominar bem sua estratégia e seu tipo de jogo, temos uma potencialização maior para poder escolher outro depois. O tempo de estudo deve ser dividido entre aberturas, meio-jogo, finais, resolução de estudos e problemas, para manter a cabeça ativa. Suetin recomenda estudos de finais, pois, raramente se joga bem as finalizações. Karpov é uma exceção, pois estudou muito final, além do tipo de jogo de Capablanca e suas estratégias.

Suetin destacou que um estudo sistemático como esse, durante um ano, faria uma pessoa chegar a mestre internacional! Para atingir isso, temos de desenvolver o pensamento, e ter uma boa memória torna-se importante. O problema no Brasil é a falta de apoio ao xadrez que poderia se desenvolver mais, segundo Suetin. E é importante também ter diretrizes para se desenvolver o xadrez e manter contato com GMs e MIs para progredir.

O GM Suetin disse que dos 300 milhões de habitantes na Rússia cerca de 6 milhões jogam xadrez. Disse que nos EUA uma aula de xadrez é cobrada na base de 20 a 30 dólares, enquanto na Rússia as aulas são oficiais e de graça. Sobre o nível dos jogadores brasileiros, Suetin considerou bom e sobre o Brasil disse que achou um paraíso. É a primeira vez que esteve aqui, antes havia passado apenas de avião como escala para ir a Argentina.

Fonte: Ccx

quinta-feira, 11 de março de 2010

Várias formas diferentes de por o cadarço em seu tênis

Para galera que ta cansada da forma tradicional de por o cadarço no tênis, ai vai 64 maneiras diferentes de amarrar o cadarço do seu calçado, é isso mesmo são 64 variações para você dar aquela estilizada no seu pisante e torna-lo bastante pessoal.

Esses diagramas são elaborados como se olhar de frente do sapato, de modo que a parte inferior do laço (perto dos dedos do pé) está no fundo do diagrama, e são de cores diferentes para facilitar a seguir, onde o laço executado. Geralmente, o início do laço é cinzenta, enquanto que no final do laço, que começa no lado esquerdo é azul e no final, que começa no lado direito é amarelo.


Fonte: http://ueba.com.br/

Related Posts with Thumbnails