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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Aprenda a ficar rico com o mais jovem milionário de Cingapura

É a ilha do tesouro. Quem nasce ou aporta em Cingapura tem mais chances de se tornar um bilionário do que em qualquer outro lugar do planeta.

Localizada em uma ilha do Pacífico, com metade do território da cidade de São Paulo, Cingapura é um dos países que mais crescem economicamente no mundo.

Novos sinais de riqueza são erguidos a todo instante: hotéis, cassinos, prédios gigantescos. Não existe pobreza e há mais milionários por metro quadrado do que em qualquer outro país.

Em Cingapura 11,4% da população têm mais de US$ 1 milhão na conta bancária ou investimentos. Em segundo lugar vem Hong Kong, com 8,8%. Em seguida Suíça (8,4%) e o Kwait (8,2%).

Um dos mais famosos milionários de Cingapura é Adam Khoo, o mais jovem a ganhar US$ 1 milhão começando do zero. Isso foi há dez anos, quando ele tinha 26 anos de idade. Agora ele tem muitos milhões e vai nos levar até o escritório dele para tentar descobrir a receita, no carro conversível dele. Um brinquedinho de milionário.

O passeio de Lotus vermelha dá uma boa ideia do conforto e do luxo de que os milionários dispõem. Mas não pense que a vida de Adam é uma moleza. Ele já foi garçom, DJ, ganhou dinheiro com educação. Hoje, a principal tarefa dele é ensinar a ficar rico. As lições sobre como administrar o dinheiro, desenvolver as habilidades, como abrir e comandar empresas estão espalhadas em vários livros e são ensinadas nas escolas primárias e secundárias de Cingapura.

"Eu acredito que qualquer um pode se tornar um milionário. Claro que, em alguns países é mais fácil, onde o governo adota políticas que dão oportunidades iguais para todos. É preciso viver com menos do que ganha. Não importa se é pouco. O que sobra deve ser aplicado em investimentos que rendam mais dinheiro, como imóveis e ações de boas companhias. Fica milionário é uma questão de atitude mental. Primeiro tem que acreditar que pode. Depois, desenvolver os talentos necessários para chegar lá", ensina Adam Khoo.

Cingapura tem um dos melhores sistemas de educação do mundo, acessível a todos os cidadãos, impostos baixos e abomina a burocracia: é considerado o país onde é mais fácil e rápido fazer negócios. E está se tornando um centro financeiro mundial. Neste caso, Cingapura é acusada de fechar os olhos para a origem do dinheiro.

Um lugar muito frequentado pelos ricos e famosos de Cingapura é o consultório de cirurgia plástica. Na hora de retocar o visual eles escolhem a experiência brasileira.

O médico Marco Aurélio Correa é exemplo de outro motivo que faz Cingapura crescer: busca de talentos no exterior. Criador de um método de cirurgia, ele foi convidado a trabalhar aqui pelo governo. E com a clientela que encontrou, não se arrepende de ter mudado para cá.

"Para milionário, pagar uma cirurgia plástica não é nada. Existe um pouco na cultura do indonesiano de pedir algum desconto e a gente dá um descontinho. Aquela coisa assim de ser amigável. Sou um pequeno milionário, aqui tem tantos, um dos mais pobres de Cingapura", conta Marco Aurélio Correa.

O que mais impressiona na riqueza de Cingapura é que ela foi obtida em apenas 45 anos, sem petróleo ou qualquer riqueza natural. Quando o país foi criado em 1965, era um dos mais pobres e atrasados do planeta. Quanta diferença.

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Fonte: G1.globo

terça-feira, 6 de julho de 2010

O que podemos aprender com os milionários?

O que podemos aprender com os milionários?Discutir a riqueza e o conceito de ficar rico é sempre interessante. No Dinheirama, defendemos a idéia de que ser rico é muito mais do que ter dinheiro em abundância. Alguns concordam, outros discordam. A beleza do aprendizado e da difusão da educação financeira surge do debate capaz de formar opinião, esclarecer dúvidas e informar. Com esse objetivo, pretendo abordar hoje a riqueza[bb] sob o ponto de vista financeiro, mas relacionando-a com nosso cotidiano.

O World Wealth Report 09, um relatório recentemente divulgado pela consultoria Capgemini, realizado em parceria com o banco Merrill Lynch comprova que, mesmo passando por uma das piores crises econômicas dos últimos tempos, os ricos ficaram mais ricos em 2009 - cabe considerar que o pior da crise veio em 2008, mas que as incertezas e o baixo crescimento econômico ainda são a realidade de muitos países desenvolvidos. Vejamos alguns dados relevantes publicados no relatório:

  • O número de milionários - pessoas com mais de US$ 1 milhão - chegou a 10 milhões, um aumento de 17%. A principal causa para o aumento foi a reação global do mercado de ações, que viu aumento de cerca de 50%;
  • A riqueza na mão dos milionários chegou a US$ 39 trilhões, um crescimento de 19%;
  • O número de milionários subiu para 3 milhões na Ásia, igualando a Europa pela primeira vez. A fortuna combinada dos asiáticos saltou para US$ 9,7 trilhões, 31% maior que no período anterior;
  • Na América do Norte, a fortuna total na mão de milionários chegou a US$ 10,7 trilhões, representando aumento de 18%. O número de ricos subiu 17%;
  • No total de milionários, os Estados Unidos ainda vencem com folga. São 2,87 milhões de indivíduos, contra 1,65 milhão no Japão, 861 mil na Alemanha e 477 mil na China.

E daí? O que podemos aprender com os milionários e seus números exuberantes?
Ao analisar e olhar friamente para os números, cheguei a pensar que eles não representariam grande oportunidade de extrair conhecimento e aprendizado. Decidi continuar investigando e encontrei duas reportagens interessantes da Reuters que traziam mais detalhes sobre os milionários e suas decisões de investimento - leia a matéria sobre o perfil da riqueza e também a reportagem sobre o perfil dos investidores.

Ora, creio que se compreendermos melhor como os ricos investiram durante a crise, e ainda investem, algumas lições podem ser aprendidas:

  • Ser cauteloso não é defeito. Ao contrário do que podemos imaginar, em 2009 os ricos ampliaram e diversificaram seus investimentos[bb], dando maior ênfase à renda fixa. A explicação é simples: são opções seguras, garantem retornos previsívies e fluxo de caixa. Além disso, como a indefinição econômica ainda é grande, os ricos decidiram ficar de olhos abertos em relação aos órgãos reguladores e governos. Em outras palavras, os ricaços estão "marcando em cima", como sempre insistimos que você também faça;
  • Acompanhar de perto os investimentos traz melhores resultados. Parece que os ricos estão muito mais exigentes e decidiram adotar postura muito mais ativa na gestão de seus investimentos e na análise dos riscos envolvidos em suas decisões. O estudo garante que "os clientes estão reavaliando suas relações com os administradores de fortunas". E você, já tomou as rédeas de sua vida financeira? Como se relaciona com o gerente do seu banco, por exemplo?
  • Mercados emergentes são boa opção. Conhecer novos mercados (e opções de investimento lá existentes) e alocar parte de seu capital fora do país foram atitudes comuns no dia-a-dia financeiro dos ricos em 2009. Tudo feito com muita avaliação e através de escritórios de investimento reconhecidos. Por exemplo, americanos e europeus estão investindo mais em mercados da Ásia, sabidamente um dos que oferecem maior potencial de crescimento. O que mais você conhece sobre investimentos?
  • A diversificação faz parte e é bem-vinda. Diferente do que alguns especialistas (especuladores?) e livros pregam, diversificar pode ser muito bom e significa diluir riscos. Trata-se de proteção, ainda que os ganhos sejam menores - e normalmente são. Particularmente, sempre defendi a diversificação. Os milionários também pensam assim: em 2009, 31% de seus ativos estavam em renda fixa, 29% no mercado de ações, 27% em fundos de hedge, 18% em imóveis e 6% em investimentos alternativos. Que tal começar a investir na bolsa de valores[bb] pensando no longo prazo?
  • Buscar dividendos significa ter fluxo de caixa. Além dos títulos e bônus, o momento é de grande procura por empresas sólidas e que paguem bons dividendos. Ou seja, empresas que mereçam cada vez mais sócios, que cresçam de forma sustentável e dividam seus ganhos com seus acionistas. Portanto, o mercado de ações está longe de existir apenas para os negócios de curto prazo e especulações. Como você encara esta alternativa?

Olhando para a realidade proposta no artigo e suas implicações, é natural que você pense: "Nada disso se aplica à minha realidade!". Sugiro que não seja tão prescritivo e passe a pensar de forma mais racional. Comece por fazer sobrar algum dinheiro e só então passe a estudar as alternativas disponíveis para investi-lo - elas existem e independem do montante livre.

Se podemos aprender com os ricos, podemos também chegar lá. Acreditar ainda não custa nada, mas pode trazer dividendos. Logo, acreditar também é investir. Sucesso e boa semana.


Fonte: Ueba

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Restaurante Robin Hood


O restaurante Robin de Bois em Montreal, no Canadá, não tem apenas o nome inspirado no bandido inglês Robin Hood (aquele que tirava dos ricos para dar aos mais pobres), todo o lucro é distribuído para instituições beneficentes. Dos 42 funcionários que trabalham no restaurante diariamente, 20 são voluntários. E a lista de espera para trabalhar de graça no Robin de Bois atualmente conta com 3.500 pessoas. Voluntários trabalham como ajudantes de cozinha, garçons ou garçonetes. A maioria dos clientes sabe que muitos funcionários são voluntários e por isso perdoa os eventuais esquecimentos e acidentes com bandejas que costumam acontecer com mais frequência que em restaurantes “normais”. E por outro lado, lotam o restaurante porque sabem que o contexto é beneficente. Genial!


Fonte: Marketingnacozinha
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