Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador milionários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador milionários. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de abril de 2012

O BILIONÁRIO SEM-TETO QUE VIVE EM HOTÉIS

EM 2000, NICOLAS BERGGRUEN TEVE UMA ESPÉCIE DE "VISÃO" E PROMETEU DOAR PARTE DE SUA RIQUEZA. SEGUNDO O EXECUTIVO, SÃO AS AÇÕES QUE TÊM VALOR REAL

O que você compraria com uma fortuna de R$ 4,3 bilhões? Bem, a resposta de Nicolas Berggruen, um dos maiores acionistas da rede de fast food Burguer King e dono do dinheiro acima é: nada. Berggruen não tem casa, carros ou aviões. Seus poucos pertences são carregados em um saco de papel. Segundo o executivo, coisas materiais têm “apelo zero”. São as ações que têm valor real, disse Berggruen em entrevista ao jornal Daily Mirror.

Aos 50 anos, o executivo leva uma vida que muitos sem-teto gostariam de ter. Viaja pelo mundo, sai com mulheres bonitas e se hospeda em hotéis de luxo. Em apenas mês, chegou a se hospedar em 14 cidades diferentes, geralmente os lugares onde tem negócios.

A mais recente aquisição de Berggruen foi uma participação de R$ 2,5 bilhões no Burger King. Mas, apesar de sua riqueza, o magnata franco-alemão insiste que não precisa ou mesmo deseja bens materiais. "Possuir as coisas não é interessante. Viver em ambientes grandes para mostrar a mim mesmo e aos outros que sou rico tem apelo zero. O que tenho é temporário, já que estamos aqui apenas por um curto período de tempo. São nossas ações que vão durar para sempre. Esse é o valor real”, disse na entrevista

Berggruen nasceu em uma família privilegiada. O pai, Heinz, era um rico judeu comerciante de arte que fez amizade com Pablo Picasso, em Paris, em 1961. Desde cedo, Berggruen mostrou um lado rebelde. Foi expulso por insubordinação de um internato suíço, ao prometer que não iria aprender uma palavra de inglês, porque esta era a língua do imperialismo.

Anos depois, no entanto, ele mudou de ideia e passou a estudar finanças em uma universidade de Nova York (EUA). Em 1988, fundou um fundo hedge, o Alpha Investment Management. Mais tarde, criou o grupo Berggruen Holdings, o qual comprou fatias de empresas ao redor do mundo.

Quarto do luxuoso Claridge, em Londres (Inglaterra) (Foto: Divulgação)

Um dos negócios de maior repercussão feito pelo grupo foi a aquisição da loja de departamentos alemã Karstadt. Berggruen comprou a loja por um euro, salvando 25.000 empregos ao investir R$ 115,7 milhões.

Em 2000, Berggruen teve uma espécie de epifania e prometeu doar parte de sua riqueza. Naquele ano, vendeu sua casa na Quinta Avenida, em Nova York, e sua ilha particular perto de Miami. A partir de então, passou a morar em hotéis.

Apesar da vida "simples", Berggruen está acostumado a conviver com os ricos e famosos. É promovida por ele a festa anual do Oscar, em LosAngeles, no hotel Chateau Marmont, onde se hospedam celebridades como LeonardoDiCaprio e Paris Hilton.

“Sempre passei muito tempo em hotéis, por isso começou a parecer mais fácil fazer isso (viver em hotéis). Me sinto mais feliz. Não sou tão ligado às coisas materiais. Tenho muito poucas posses. Felizmente, como um homem, você não precisa de muito.”

Berggruen é um dos mais de 50 bilionários que concordaram em ceder pelo menos metade de suas fortunas. Ele gasta milhões comprando obras de arte de Andy Warhol e Damien Hirst apenas para entregá-los aos museus. De graça! No ano passado, doou R$ 34,7 milhões a uma campanha para salvar a Califórnia de suas dívidas. Talvez uma instituição de ajuda aos sem-teto sejam o próximo item em sua lista.

Fonte: Epocanegocios

sábado, 7 de abril de 2012

Ele ficou milionário antes dos 21, perdeu tudo aos 22 e deu a volta por cima

Depois de perder tudo, o empresário da internet Andrew Fashion recomeçou do zero. Levantou meio milhão e lançará em breve um livro chamado Jovem e Estúpido


Aos 21 anos de idade ele tinha tudo: carros esportivos de luxo, os gadgets mais modernos, viagens, festas, mulheres. Andrew Thompson, mais conhecido como Andrew Fashion, criou uma ferramenta que ajudava os internautas a desenharem suas páginas no MySpace, abandonou a escola e acumulou uma fortuna de R$ 4,3 milhões ao completar 21. Mas, pouco menos de um ano depois, ele tinha ido à falência.

“Eu era jovem e estúpido. O dinheiro estava vindo tão fortemente, mas saiu tão rápido. Grande parte simplesmente desapareceu”, disse Fashion.

Com uma renda mensal de R$ 172 mil, Fashion tinha uma vida de dar inveja ao mais humilde dos mortais. Comprou uma casa luxuosa em Los Angeles, Estados Unidos, com vários carros esportivos de ponta na garagem. Sua rotina incluía idas a Las Vegas para jogos de pôquer e viagens a jato para Londres, Flórida e Havaí.

Para chegar lá, ele levou meses para construir seu negócio com base no marketing inteligente, que colocou seu site no topo dos rankings de busca do Google. Mas a mudança nos critérios de relevância feita pelo Google em 2007 gerou uma reviravolta radical em seu negócio. O site de Fashion foi perdendo “reputação” no Google e da noite para o dia caiu para a oitava página do site de buscas. Com isso, os visitantes diminuíram e a renda simplesmente sumiu.

Andrew contou à Business Insider como tudo deu errado. “Comprei meu primeiro carro em dinheiro. Minha casa também. Acabei comprando sete carros no total, alguns para meus amigos. Um deles destruiu um carro. Eu destruiu um carro. E paguei por tudo isso do meu bolso. Tinha uma namorada. Perdi muito dinheiro em Las Vegas, no pôquer. Comprei um monte de eletrônicos, equipamento de fotografia, tecnologia, toneladas de roupas e viagens. Muito do meu dinheiro simplesmente desapareceu.”
Volta por cima

Depois de alguns anos vivendo em uma montanha-russa, Fashion afirma estar de volta às pistas. Ele vive em Littleton, Colorado, conseguiu levantar R$ 258 mil sem nenhum dinheiro no banco, fez belos R$ 430 mil com publicidade na internet e agora está lançando um novo modelo de rede social.

Alem disso, ele coordena uma empresa de fotografia chamada “'Fashion N Glamour Studios” (Moda e Glamour Estúdios). Fashion prepara ainda um livro, chamado "Jovem e Estúpido: Como fiz e perdi R$ 4,3 milhões”, com data de lançamento prevista para o final deste ano.

E desta vez, ele promete, não vai ser tão rápido em desperdiçar o seu dinheiro suado. “Em vez de gastar o dinheiro em brinquedos e carros, vou investir tudo de volta para a empresa ou em outra empresa. Vou fazer a típica poupança para os dias chuvosos. Mas antes mesmo de pensar nisso, vou investir em imóveis, ações, commodities.”

No futuro, Fashion diz que se enxerga como um empresário do ramo imobiliário. Ele continua pensando alto. “Adoro a internet e vou sempre trabalhar com ela, mas meu objetivo final é a construção de casinos, hotéis e discotecas. Vou começar na área de Denver (EUA), abrir uma boate com um parceiro e, eventualmente, ir a Las Vegas e Califórnia para construir alguns hotéis e cassinos. Quero ser um cara de arranha-céus.”

domingo, 30 de janeiro de 2011

‘Tenho patrimônio de R$ 5 milhões’, diz Kléber Bambam

a/EGO/Marcos Serra Lima

Kléber Bambam exibe o carrão de R$ 200 mil que comprou há três meses

Vencedor do ‘BBB 1’ vive de renda e se define como pegador. ‘Nunca namorei. Já peguei 44 capas de revista’.


O tempo passou e Kléber Bambam, vencedor do “BBB 1”, diz que mudou. Agora se define como um homem de negócios. Maria Eugênia, a boneca que virou seu amuleto no programa, vive dentro de um armário, “deitadinha”, conta ele.

O prêmio de R$ 500 mil, segundo o ex-BBB, foi multiplicado.“Meu patrimônio hoje é de cinco milhões de reais. Só em Campinas tenho oito casas”, afirma o paulista, que posou para o EGO na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, durante temporada de férias na cidade.

Verdade seja dita, a vida de Bambam são eternas férias. “Acordo por volta de meio-dia, uma hora, aí vou malhar. Volto para casa, almoço e dou uma dormidinha. Depois volto para a academia, para fazer boxe ou dar uma corrida. À noite, saio com alguma menina para jantar ou me encontro com amigos. Vou a boates pelo menos umas três vezes por semana”, conta ele sobre sua dura rotina.


O dinheiro, explica o ex-BBB, vem através da compra e revenda de terrenos e imóveis. Ele também tem dois quiosques em shoppings de São Paulo, onde mora atualmente, que vendem adesivos ao estilo “eu amo minha esposa”. Trabalho mesmo ele não tem. Bambam conta com uma equipe, e só entra com o dinheiro. “Sou só investidor, não participo do resto. Vivo de renda”, admite. Para investir na bolsa, ele também conta com a ajuda de um amigo. “Ele é um operador mesmo”, diz Bambam, com o "R" carregado que virou uma de suas marcas.

O ex-BBB tem ações de empresas como Vale e Petrobras, entre outras. “Vai de acordo com o mercado, com o índice Dow Jones...”, tenta explicar. “Mas não entendo nada. Quero um “X” na minha mão, o que passar é lucro.”

a/EGO/Marcos Serra Lima

Bambam posou para o EGO na praia da Barra da Tijuca, no Rio. 'Minha vida são eternas férias há 10 anos'

CARRO DE R$ 200 MIL NA GARAGEM
Há três meses, Bambam fez uma de suas extravagâncias. Pagou R$ 200 mil por uma Grand Cherokee SRT8. “Sou apaixonado por carros”, comenta. “Hoje, o que gosto, compro”, diz ele, que adora gastar em roupas de grifes como Armani, Dolce & Gabbana e Gucci. Também já torrou dinheiro em cassinos de Las Vegas, nos EUA, para onde foi três vezes.

“Perdi 2.200 dólares em uma noite. Achei um pouco demais perder cinco mil reais assim, fiquei chateado”.

Vez ou outra, Bambam ainda faz presença em eventos e participa de festas de debutantes. “Não dá para cobrar o mesmo cachê de quando saí do 'BBB'. Antes, cobrava uns dez, 15 mil reais. Hoje sai por uns quatro mil”, conta ele, que, de olho nas meninas de 15 anos, fez aula de dança com Carlinhos de Jesus, para aprender a dançar valsa.

BEIJOS COM MARIA, DO "BBB 11"
Além da conta bancária polpuda, Bambam diz que também tem sucesso com as mulheres. “Já peguei 44 capas de revista”, afirma. Entre suas conquistas, estariam muitas dançarinas e mulheres-frutas. “Também já fiquei com pelo menos uma menina de cada edição do 'BBB'”.

Há cerca de quatro anos, ele diz ter trocado beijos com Maria, do "BBB 11", em uma balada numa boate de São Paulo. “Ela era minha fã”, gaba-se ele, que nunca namorou. “Prefiro sair com várias mulheres, gosto muito do negócio”, brinca. “Antes do 'BBB', fui dançarino em Porto Seguro, onde já me dava bem. Quando saí do programa, ficou forte”, conta ele, fã de Talula. “Ela é bem bonita”.

a/EGO/Marcos Serra Lima

Babam se diz pegador e conta que já ficou com Maria, do 'BBB 11': 'Ela era minha fã'

No "BBB 11", porém, a torcida de Bambam é pelo baiano Diogo. “Gosto do gaguinho”, diz. “Mas essa turma de hoje só quer entrar no 'Big Brother' para ficar famoso. Não me deslumbro com a fama. Uso isso só para ganhar dinheiro. Meu foco é dinheiro”, diz.

Mesmo após dez anos, o ex-BBB é reconhecido por onde passa. Durante as fotos para o EGO, dezenas de fãs se aproximaram para pedir fotos e autógrafos. “As pessoas lembram porque ganhei o primeiro 'Big Brother'. Mas hoje sou o Bambam, não sou mais um ex-BBB”, diz ele, antes de seguir para mais uma tarde na praia. Daqui a um mês, ele viaja com amigos para Cancun e para a Disney. “Minha vida são férias há 10 anos. Quem trabalha muito não tem tempo para ganhar dinheiro.”


Fonte: Ego.globo

terça-feira, 6 de julho de 2010

O que podemos aprender com os milionários?

O que podemos aprender com os milionários?Discutir a riqueza e o conceito de ficar rico é sempre interessante. No Dinheirama, defendemos a idéia de que ser rico é muito mais do que ter dinheiro em abundância. Alguns concordam, outros discordam. A beleza do aprendizado e da difusão da educação financeira surge do debate capaz de formar opinião, esclarecer dúvidas e informar. Com esse objetivo, pretendo abordar hoje a riqueza[bb] sob o ponto de vista financeiro, mas relacionando-a com nosso cotidiano.

O World Wealth Report 09, um relatório recentemente divulgado pela consultoria Capgemini, realizado em parceria com o banco Merrill Lynch comprova que, mesmo passando por uma das piores crises econômicas dos últimos tempos, os ricos ficaram mais ricos em 2009 - cabe considerar que o pior da crise veio em 2008, mas que as incertezas e o baixo crescimento econômico ainda são a realidade de muitos países desenvolvidos. Vejamos alguns dados relevantes publicados no relatório:

  • O número de milionários - pessoas com mais de US$ 1 milhão - chegou a 10 milhões, um aumento de 17%. A principal causa para o aumento foi a reação global do mercado de ações, que viu aumento de cerca de 50%;
  • A riqueza na mão dos milionários chegou a US$ 39 trilhões, um crescimento de 19%;
  • O número de milionários subiu para 3 milhões na Ásia, igualando a Europa pela primeira vez. A fortuna combinada dos asiáticos saltou para US$ 9,7 trilhões, 31% maior que no período anterior;
  • Na América do Norte, a fortuna total na mão de milionários chegou a US$ 10,7 trilhões, representando aumento de 18%. O número de ricos subiu 17%;
  • No total de milionários, os Estados Unidos ainda vencem com folga. São 2,87 milhões de indivíduos, contra 1,65 milhão no Japão, 861 mil na Alemanha e 477 mil na China.

E daí? O que podemos aprender com os milionários e seus números exuberantes?
Ao analisar e olhar friamente para os números, cheguei a pensar que eles não representariam grande oportunidade de extrair conhecimento e aprendizado. Decidi continuar investigando e encontrei duas reportagens interessantes da Reuters que traziam mais detalhes sobre os milionários e suas decisões de investimento - leia a matéria sobre o perfil da riqueza e também a reportagem sobre o perfil dos investidores.

Ora, creio que se compreendermos melhor como os ricos investiram durante a crise, e ainda investem, algumas lições podem ser aprendidas:

  • Ser cauteloso não é defeito. Ao contrário do que podemos imaginar, em 2009 os ricos ampliaram e diversificaram seus investimentos[bb], dando maior ênfase à renda fixa. A explicação é simples: são opções seguras, garantem retornos previsívies e fluxo de caixa. Além disso, como a indefinição econômica ainda é grande, os ricos decidiram ficar de olhos abertos em relação aos órgãos reguladores e governos. Em outras palavras, os ricaços estão "marcando em cima", como sempre insistimos que você também faça;
  • Acompanhar de perto os investimentos traz melhores resultados. Parece que os ricos estão muito mais exigentes e decidiram adotar postura muito mais ativa na gestão de seus investimentos e na análise dos riscos envolvidos em suas decisões. O estudo garante que "os clientes estão reavaliando suas relações com os administradores de fortunas". E você, já tomou as rédeas de sua vida financeira? Como se relaciona com o gerente do seu banco, por exemplo?
  • Mercados emergentes são boa opção. Conhecer novos mercados (e opções de investimento lá existentes) e alocar parte de seu capital fora do país foram atitudes comuns no dia-a-dia financeiro dos ricos em 2009. Tudo feito com muita avaliação e através de escritórios de investimento reconhecidos. Por exemplo, americanos e europeus estão investindo mais em mercados da Ásia, sabidamente um dos que oferecem maior potencial de crescimento. O que mais você conhece sobre investimentos?
  • A diversificação faz parte e é bem-vinda. Diferente do que alguns especialistas (especuladores?) e livros pregam, diversificar pode ser muito bom e significa diluir riscos. Trata-se de proteção, ainda que os ganhos sejam menores - e normalmente são. Particularmente, sempre defendi a diversificação. Os milionários também pensam assim: em 2009, 31% de seus ativos estavam em renda fixa, 29% no mercado de ações, 27% em fundos de hedge, 18% em imóveis e 6% em investimentos alternativos. Que tal começar a investir na bolsa de valores[bb] pensando no longo prazo?
  • Buscar dividendos significa ter fluxo de caixa. Além dos títulos e bônus, o momento é de grande procura por empresas sólidas e que paguem bons dividendos. Ou seja, empresas que mereçam cada vez mais sócios, que cresçam de forma sustentável e dividam seus ganhos com seus acionistas. Portanto, o mercado de ações está longe de existir apenas para os negócios de curto prazo e especulações. Como você encara esta alternativa?

Olhando para a realidade proposta no artigo e suas implicações, é natural que você pense: "Nada disso se aplica à minha realidade!". Sugiro que não seja tão prescritivo e passe a pensar de forma mais racional. Comece por fazer sobrar algum dinheiro e só então passe a estudar as alternativas disponíveis para investi-lo - elas existem e independem do montante livre.

Se podemos aprender com os ricos, podemos também chegar lá. Acreditar ainda não custa nada, mas pode trazer dividendos. Logo, acreditar também é investir. Sucesso e boa semana.


Fonte: Ueba

Related Posts with Thumbnails